quarta-feira, 26 de julho de 2017

América Esporte Clube de Guarapari

Nome : América Esporte Clube
Data : 26 de julho de 1950
Local : Guarapari
Estádio : Vergílio Beriz Silva

Primeira escudo oficial do clube 

Fachada do Vergilio Beriz Silva

Fundado em 26 de julho de 1950 o América Esporte Clube de Guarapari é mais um clube inspirado no alvirrubro carioca, mas este tem uma identidade  
própria
A equipe da Cidade Saúde tem projeto "Formando atletas para o Futebol", muito interessante e importante para as crianças em torno do Bairro Olaria, são vários garotos entre 11 a 18 anos da periferia do município que são retirados das ruas, com isso através do esporte prevenido contra as drogas, da evasão escolar, a escolinha do América oferece atividades esportivas e de lazer, tem a escolinha de futebol, alimentação e acompanhamento  escolar, criança boa de bola é criança boana escola.
A lista de fundadores é a seguinte : Moacyr Freire, Darly, Simião Quirino, Sibirica Quirino, Zidinho, Pazinho, Sorriso, Ticopa, Claudencio (Veio), Ronaldo, Jair Saraiva, Pato Preto, Jonas Julião Simões, Armando Sampaio, Licineo Vieira, Zequias Vieira e Viturino Freire.


Rara imagem  da equipe em 1959 diante do Independência de Guarapari (extinto)

Hino do América Esporte Clube fundado em 27/07/1950
Autores - Letra e Música:

Zasi Mocidade - Rogerinho do Cavaco e Alexandre Siri

Nasceu  no  Bairro Olaria
Em Mil Novecentos e Cinqüenta
O Grande time do América
Que em campo sempre arrebenta

Juntos partiremos
Prá lutar com  exaustão
E a vitória buscaremos
Porque o nosso time é Campeão

Formou-se o branco da paz
Vermelho sangue é amor
Venha cantar Olaria
Que o rei do gramado chegou

Dá nele América dá nele
Bis -  Ele precisa aprender
Dá nele América da nele

A nossa vingança é você


Torcida americana prestigiando o clube
Nos anos 80 América recebeu em sua casa o Anchieta para uma partida amistosa e temos o registro do encontro em Olaria, o América foi com tudo pra cima do Anchieta pois queria devolver a derrota de 2x1 sofrida em Anchieta, era tamanha vontade de vencer a revanche que o alvirrubro abriu o placar logo aos 5 minutos  com Valdo, Luciano aos 40 fez 2x0, e antes o fim da primeira etapa Elízio aproveitou a bola para a marcou 3x0 América. Mas o Anchieta aproveitou que o adversário deu uma certa acomodada e conseguiu descontar para 3x2, mas a partida findou assim em vitória do alvirrubro de Guarapari sobre o alvirrubro de Anchieta.
O América jogou com : Nando, Edinho, Cola, Joçao Luiz, Valdo, Ronaldo, Nélio, Elízio, Luciano e Poluda.
Anchieta foi com : Arnaldo, Euder, Aroldo, André, Tião, Wilson, João Batista, Geipe, Zezeco, Beto e Aniceto.



Equipe Sub-17 no amistoso diante do Fluminense em Xerém RJ na viajem da equipe para fora do estado. Jayme Júnior marcou o gol americano na derrota por 3x1 para  tricolor carioca.




Categoria sub-15 em 2014

Sub 13 do América campeão da Copa Independência em 2015


Garotada em 2015 

Interior do Campo do América





quinta-feira, 20 de julho de 2017

20 de Julho Futebol Clube

Nome : 20 de Julho Futebol Clube
Data : 20 de julho de 1929
Local : Vitória
Estádio : Sindicato dos Estivadores do Espírito Santo, Estiva.


Estádio da Estiva com gramado sempre impecável

20 de Julho Futebol Clube fundado em 20 de julho de 1929 em Vitória por trabalhadores estivadores, a equipe em 1961 deu trabalho nos campos suburbanos, em 16 partidas venceu 14, perdendo e empatando apenas uma vez, hoje a equipe está sediada na Serra no bairro Camará onde tem seu estádio conhecido como Estádio da Estiva, estádio que recebeu jogos do Campeonato Capixaba e Copa Espírito Santo de futebol profissional, já teve Grêmio Laranjeiras, Serra e Rio Branco usando como casa, ocorreu até jogo de Copa do Brasil entre Serra e CSA/AL pela 1ª fase da competição em 4 de março de 2009 que terminou com vitória dos visitantes por 3x2. 
O Vinte é um dos clubes de recreação mais antigos do Espírito Santo também. Pensando no lazer entretenimento da família estivadora foi inaugurada em 18 de julho de 1993 a Estiva, no bairro Camará, Serra, local que conta com piscinas, bar e um estádio com capacidade para 2.100.
Arquibancadas da Estiva

Não podemos falar do  20 de Julho, sem falar do Sindicato dos Estivadores onde o time ganhou vida. 
O Sindicato dos Estivadores e dos Trabalhadores em Estiva de Minérios do Estado do Espírito Santo (SETEMEES) é um dos mais antigos do estado. Fundado em 20 de julho de 1918.
Jarbas Santos foi o primeiro presidente. Logo após a criação da então União dos Estivadores de Vitória, que aconteceu no Bar Éden Parque, hoje edifício Glória, no centro da capital foi deflagrada a primeira greve da categoria no estado. Os estivadores reivindicavam reajuste salarial. A manifestação não foi vista com bons olhos pela Autoridade Portuária e pelo próprio governo do estado. Ao final os estivadores foram vitoriosos.
Em 12 de julho de 1934 houve o reconhecimento como categoria profissional, pelo Ministério do Trabalho. A partir daí passou a se chamar Sindicato dos Operários Estivadores de Vitória. Em 05 de dezembro de 1941, virou Sindicato dos Estivadores de Vitória.
Em 1964, com o golpe militar, o SETEMEES passou a ser presidido por um interventor. Délio Lima ocupou o cargo e em 1965 foi à vez de Alencar Pereira do Nascimento. Passaram, ainda, como presidentes do SETEMEES, Ariston Fernandes de Almeida, Jairo Lamêgo Tabachi, João Mathias Filho, Jarbas Telles de Sá, Délio Lima, Jocy Gonçalves, Adelino Pereira, Jorge Luiz Ferreira dos Santos, Jetro Dantas, Jocimar Miguel Gonçalves e, hoje, Cícero Benedito Gonzaga.

Em 1935 o 20 de Julho foi até Santa Leopoldina no mês de janeiro encarar o Cachoeirano, e voltou com a vitória no embate, Dilermano(2) e Murilo anotaram os tentos do time dos estivadores na vitória por 3x2. Nos times aspirantes o 3x2 agora foi para o Cachoeirano. 
O Cachoeirano dono da casa foi a campo com : Guilherme, Gil, Abel, Duarte, Bologna, J.Olympo, Toquinho, José I, José II, Alceu e Nadinho.
O 20 de Julho : Floriano, Emignou, Zaranda, Boca-Azul, José Lopes, Innocencio, Dilermano, Luiz, Benedito, Mirilo e Murilo. Boca Azul é o mesmo que defendeu o Santo Antônio por incríveis 16 anos, depois disso além de jogar no 20 de Julho também foi treinador da equipe.

Em julho de 1945 outro registro de vitória do Vinte, em foi até Santana Cariacica encarar o União F.C e foi um visitante muito indigesto, Sapurú 3 vezes João 2 vezes e Luiz anotaram os 6 gols do 20 de Julho que goleou por 6x2 e foi a campo com : Raimundo, Alcides, Reis, Humberto, Boca Azul, Laruê, Sapurú, Luiz, Gabiru, Goibira e Lauro. 



Master 20 de Julho que conquistou o Hepta campeonato da Liga da Serra


Em 15 de setembro de 2012 na sua casa Estiva o 20 de Julho conquistou o hepta campeonato de futebol da Liga da Serra, na categoria Master +50. O título foi depois de aplicar 5x0 sobre o Independente Futebol Clube, de Vila Velha Baiano, Cosme Eduardo, Vicente, Bahia e Mica anotaram os 5 tentos do Vinte.

O sétimo troféu confirmou oque já estava claro nos últimos anos, a supremacia da equipe rubro negra que desde 2005 conquista a competição, só em 2009 não conquistou mas a explicação é simples, não ocorreu o torneio. Além de se manter na ponta, o 20 de Julho terminou a competição com os prêmios individuais de melhor treinador, para Miguel Gomes da Silva, e o de artilheiro da competição, que ficou com Baiano, com 19 gols.
A equipe que disputou a final entrou em campo com: Claudio, Júlio, Zoião, Agnaldo, Bahia, Vevé, Tatalo, Cosme, Odilon, Baiano e Piassi.








segunda-feira, 17 de julho de 2017

Milionários Futebol Clube

Nome : Milionários Futebol Clube
Data : 16 de junho de 2001
Local : São José do Calçado
Estádio : Ernesto Campos da Fonseca

Estádio do Motorista e sua arquibancada vermelho sangue

Fundado em 16 de junho de 2001 o Milionários Futebol Clube de São José do Calçado é um clube amador da região da Serra do Caparaó no Sul do Espírito Santo. O nome da equipe foi inspirado na música O Milionário do grupo Os Incríveis, muito famoso nos anos 70.  

A equipe é amadora mas tem um calendário fixo, disputa partidas entre março e domingo, geralmente aos sábados, manda suas partidas no Estádio Ernesto Campos da Fonseca do Motorista Futebol Clube.
A equipe sabe valorizar sua história e registra os autores dos gols, e o maior marcador é Wagner Rosa da Silva, conhecido como ‘El Diablo’, em 2002 por exemplo marcou 54 gols. Atacante endiabrado ele mesmo explica o apelido ‘El Diablo’, surgiu durante os campeonatos de futebol do município. “Fui chamado assim pela imprensa local e virou febre. Agora onde quer que eu vá, me chamam de ‘El Diablo’. É muito gratificante chegar aos estádios e ver a torcida gritar meu apelido, principalmente as crianças. Isso valoriza o meu trabalho”, conta Wagner Rosa.
Quanto aos jogadores que mais vestiram a camisa grená e branca, cores oficiais do clube, o destaque especial é para Antônio João Rezende (Tipingo) que é tipógrafo com 295 vezes, José Carlos Gomes (Dedada), 250 e Luiz Alberto Rezende, 244. 
Até 2013 o Milionários Futebol Clube havia entrado em campo 402 vezes, com 184 vitórias, 109 empates e 109 derrotas, marcando 1.060 gols, sofrendo 893 gols.


2013. Em pé: Wellinton, Zezinho, Zéco, Marcelo, Fabiano, Cheiro, Fabinho Rezende, Wágner, Fabio Cristiano, Marcão, Josedir, Salim, Rosemilson, Marquinho. Agachados: Ralph, Amarildo, Edinho, Pinguinho, Cleomar, Piqueno, Denilson, Cristiano, Luiz Alberto Resende, Dedada.

Veteranos em um amistoso contra o veteranos do Ordem e Progresso de Bom Jesus do Norte 
Em 2004 o Milionários foi até a capital Vitória para um amistoso diante do time da Polícia Civil, e Cleomar protagonizou um lance hilário, o meia segundo maior artilheiro do Milionários com 101 gols, levou um baita susto ao se preparar para cobrar um escanteio quando um avião decolou do Aeroporto Eurico Salles que era próximo ao local do amistoso, o susto foi tão grande que ele largou a bola e saiu correndo, sem entender nada o time da Polícia Civil ficou observando, depois de algumas risadas se esclareceu que o aeroporto era ali pertinho, São José é bem afastada de aeroportos, lá avião só a vários metros de altura, por isso susto foi tão grande.


Veteranos em mais um compromisso pelo interior capixaba



sábado, 15 de julho de 2017

Anchieta Futebol Clube



Nome : Anchieta Futebol Clube
Data : 15 de julho de 1956
Local : Anchieta
Estádio : Joaquim Viana Ramalhete
Escudo anterior ao atual


Um dos primeiros escudos do clube


Panorâmica do Joaquim Ramalhete

Anchieta Futebol Clube localizado no Município de Anchieta Região Sul do Espírito Santo, que homenageia o Padre Jesuíta José de Anchieta foi fundado em 15 de julho de 1956, tem sua sede na Av. Atílio Rauta, seu Estádio Joaquim Viana Ramalhete é o estádio mais próximo do Mar no estado, são menos de 100 metros do oceano Atlântico, é um dos estádios mais próximos do mar no mundo inteiro. 
A equipe sempre voltou suas atenções ao esporte amador, mantém escolinhas na categoria Sub-09 ao Sub-17, além da equipe principal que disputa competições no interior além do time master. O mais perto que chega do profissional é Campeonato Sulino e Copa Sul amador, em 2015 a equipe desempenhou um papel interessante na Copa Sul. 
Na 1ª fase após empatar com Ar Cofril em 0x0 derrotou Muqui E.C 3x2 e Nacional Beira Rio por 2x1, esta partida entre Anchieta e Nacional marcou um reencontro  24 anos após a final do Campeonato Sulino de 1991 em que o Nacional conquistou o título no Estádio Joaquim Ramalhete com com gol de Jean Elias Peixoto, de falta
Já pelo returno depois de perder por 4x3 para o Ar Cofril derrotou Muqui E.C por W.O placar de 3x0 e na vitória por 3x1 sobre Nacional Beira Rio em Atílio Vivacqua garantiu a equipe nas Quartas de Final, Na fase seguinte a equipe de melhor campanha não teve vantagem a não ser decidir em casa, mas o adversário foi o Ypiranga de Mimoso do Sul que alcançou a mesma pontuação do Anchieta com 13 pontos, o melhor ataque da 1ª fase não funcionou e após empate em 0x0 a partida foi para os pênaltis e lá o alvirrubro foi derrotado por 6x5 dando adeus a disputa. 


Um registro do Anchieta em ação é contra o América do Bairro Olaria onde ocorreu a partida. O Anchieta foi um visitante indesejado e venceu por 2x1. Na revanche pedida pelo América, o mandante foi pra cima e abriu 3x0 ainda na 1ª etapa, Valdo aos 5 minutos fez 1x0, aos 40 Luciano fez 2x0 e Elizio de falta fez o terceiro gol. Na segunda etapa Fernando Cipriano mexeu na equipe e o Anchieta reagiu e diminuiu para 3x2 mas ficou por ai a reação. Anchieta na foto foi a campo com Arnaldo, Euder, Aroldo, André, Tião, Wilson, João Batista, Geipe, Zezeco, beto e Aniceto. O América de Olaria foi a campo com Nando, Ebinho, Cola, João Luiz, Valdo, Ronaldo, Nélio, Elizio, Luciano e Poluda.   
Anchieta nos anos 80 no amistoso diante do América



Fachada do Estádio em 2012


Fachada atualmente


Detalhe do estádio e a proximidade com o oceano Atlântico

Registros históricos do Anchieta  













sexta-feira, 14 de julho de 2017

Felipense Futebol Clube

Nome : Felipense Futebol Clube
Data : 14 de julho de 1928
Local : Atílio Vivacqua
Títulos : Campeão Municipal de Atílio Vivacqua 2008, 2009 e 2013

Outro modelo oficial do Felipense

Campo do Felipense festividades dos 80 anos de fundação do clube


Felipense Futebol Clube de Atílio Vivacqua fundado em 14 de julho de 1928 tem sua sede na Rua Joaquim Morais número 7. Chamado de "O mais antigo e mais querido" e "Vermelho e branco de Marapé".
É uma equipe amadora, em 2008 ano em que completou 80 anos de fundação o Felipense deu de presente a torcida e seus adeptos o título do Municipal de Atílio Vivacqua, o 1º de sua história, o time ainda conquistou o Bicampeonato em 2009 e o Tri em 2013. 
O nome Felipense vem de São Felipe, Atílio Vivacqua era território de Cachoeiro de Itapemirim, se chamava  de São Gabriel do Muqui, em  6 de dezembro de 1913 se tornou São Felipe. Nome que perdurou até 1943, quando se tornou Marapé, e em 1963 torna-se Atílio Vivacqua em homenagem ao ex Senador capixaba. A equipe fundada em 1928 é verdade, mas por volta de 1919 em Córrego da Fama uma galera já se reunia, mais tarde deram vida ao Felipense.



Em 1947 este registro histórico. Um fato curioso com o Felipense nesta década foi em uma partida no campo do time, em uma disputa de bola entre Bernardino e Braconi, a bola acabou sendo estourada tamanha força imposta entre ambos na hora do chute, e não era qualquer bola, era bola de capotão. 


Esta foto trás uma histórica rivalidade, ela é de 16 de junho 1974 e marca registro de mais um Felipense x Nacional Beira Rio os maiores rivais de Atílio Vivacqua

Sobre o clássico a seguir um relato do Doutor Marcio Sobreira. "Já estava morando há uns dois anos em Atílio Vivacqua, quando resolvi encabeçar uma campanha para arrecadar dinheiro para montar uma torre de televisão na cidade, visto que lá pelo final dos anos 70, ainda não tinha parabólicas e o nosso sinal de TV era péssimo. Foi aí que tive a péssima idéia de promover um jogo entre o Felipense e o Nacional Beira Rio, os dois grandes rivais do futebol de Atílio Vivacqua na época. Não foram poucos os conselhos que recebi para não efetuar tal desafio, mas usando meu prestígio de único médico da cidade achei que seria uma boa ideia e toquei a empreitada. Meu amigo Caraca, jogador do Beira Rio era o craque do momento, jogador de rara habilidade mas conhecido também por reclamar de tudo e de todos. Marcado o jogo, contratei um Juiz da Liga de Cachoeiro de Itapemirim para a difícil tarefa de levar o jogo até o final. A expectativa era grande e não se falava em outra coisa na cidade a não ser nesse jogo. Chegou o grande dia, campo do Felipense lotado, as duas torcidas animadas e se provocando, querendo uma parecer maior que a outra e, foi nesse clima que o pior aconteceu, o juiz contratado não apareceu e ninguém tinha coragem para apitar a partida. Alguém deu a infeliz sugestão. "Dr. Marco, porque o Sr. não apita?" Eu? respondi assustado. O senhor que programou o jogo é o único capaz de ser respeitado pelos dois times. Não tive outra escolha e topei a parada não sem antes avisar aos dois times que não toleraria agressões, reclamações , etc, essas coisas que todo juiz fala aos jogadores no inicio das partidas. Todo mundo de acordo, começou o jogo e na primeira falta que marquei, o Caraca reclamou dizendo que eu estava enxergando demais e que não tinha sido nada. Chamei sua atenção e adverti que não aceitaria mais reclamações. O jogo seguia muito disputado quando o Caraca entra sozinho e faz o gol do Nacional Beira Rio, anulado por mim, já que estava numa tremenda banheira. Infeliz decisão a minha, pois o xodó da torcida partiu pra cima de mim, reclamando aos berros, dizendo que eu não servia nem pra ser juiz de briga de galo. Fiz o que tinha que fazer, expulsei o Caraca e o tempo fechou, acho que só não apanhei naquele dia porque imagino que ficaram com medo de precisarem de mim, já que era o único médico do Município. O jogo terminou empatado e fiz uma promessa que nunca mais poria um apito na boca. Promessa cumprida para felicidade de todos."


Alguns registros da história do clube

Detalhe para o belo escudo do Felipense 1944.

Aqui em Córrego dos Manos em 1960
Em 1961 Felipense em Marapé
Felipense na década de 60. Em pé: Tião Risada, Joel(Bruxa), Hélio Quack, Vanildo(Carsão), Ato Bernardino(Gerebê), Teca, Zé Galinha e Zé Marcio. Agachados : Amilton, Bié, Antonio Carlos Lima(Nenem Barros), Bico, João Fernandes e Geraldo Pupiti. Time era treinado por  Ney Leal.

Trata-se de um jogo amistoso em 1965 entre Felipense e Andorinhas/RJ no Rio de Janeiro, o Felipense por várias vezes foi até o local disputar partidas.

Na foto estão em pé : Marco Sobreira, Osmir, Amendoim, Taranha, Jorginho Malandrinho, Carlinhos, Renato Betero, Macalé, Paulinho, João Carlos Agachado: Tostão, Aranha, Julio Sobreira, Baleia, João Carlos, Etinho e Silverinha. Felipense no Campeonato Sulino de 1979.




Matéria de  outubro de 1996
                               




                                          Memória Futebol Capixaba