domingo, 23 de abril de 2017

Esporte Clube Barrense de Vila Velha



Nome: Esporte Clube Barrense
Data :22 de abril de 1948
Local : Vila Velha
Estádio : Campo do Barrense
Títulos: Campeão da Copa Arizona de 1977, Campeão de Vila Velha 2006, Campeão da Interligas em 2013
Vice Campeão de Interligas 2014

Antigo escudo





Umas das entradas do campo  
Interior do gramado

Esporte Clube Barrense, da Barra do Jucu em Vila Velha, é uma equipe amadora fundada em 22 de abril de 1948. 
Manda seus jogos no Estádio conhecido como Campo do Barrense, o clube tem uma torcida apaixonada e fiel que costuma lotar a arquibancada nos dias de jogos decisivos, uma marca registrada nos jogos do Barrense é o ambiente bem familiar.
A equipe é focada no futebol amador e na base, no amador tem uma conquista muito importante, em 1977 foi campeã da Copa Arizona seção estadual, esta competição era nacional e abrangia 13 estados, PA, CE, ES, PB, PE, GO, MT, MG, PR, RJ, RS, SC e SP, este título foi conquistado contra equipes da Grande Vitória (Vitória,Vila Velha, Serra e Cariacica).
Dois anos que a torcida Barrense não esquece são 2006 quando e 2013 onde levantaram troféus importantes. 
Começamos por 2006 foi o ano que o clube conquistou o Campeonato Vila Velhense, a competição foi longa e difícil por foi um título muito comemorado, na 1ª fase a equipe sofreu para classificar, após 4 empates seguidos venceu  o Unidos de Vila Garrido (5x2) e o Guarany (3x0) conquistando a classificação, com isso perdeu para o Paul por 1x0.

Campanha do título de 2006
1ª fase
Barrense 2x2 138 Unidos da Vale
São Paulo 0x0 Barrense
Barrense 0x0 Cruzeiro
Barrense 0x0 Social
Barrense 5x2 Unidos de Garrido
Guarany 0x3 Barrense
Barrense 0x1 Paul 

Na fase seguinte o Barrense mostrou mais entrosamento e encerrou invicto destaque para os 3x0 sobre Atlântico e América.
  
2ª Fase
Uberaba 1x1 Barrense
Barrense 2x2 Arinense
Atlântico 0x3 Barrense
Barrense 3x0 América
Barrense 1x1 Boa Vista

Nesta fase era turno único e o Barrense estreou empatando com América o mesmo dos 3x0 em 2x2, a vitória sobre o Unidos deixava a equipe a um empate da vaga na semi final, fez melhor venceu Arinense por 1x0 e avançou com a vantagem de decidir a vaga na final contra o América em casa.
  
3ª FASE
Barrense 2x2 América
Barrense 2x0 Unidos de Garrido
Barrense 1x0 Arinense

A semi final foi tensa, o América de Aribiri dificultou muito a partida que ficou no 0x0 no tempo normal, com isso a decisão foi para os penais, o Barrense foi melhor e venceu por 4x3 avançando a final.

Semi final
Barrense 0x0 América
Nos pênaltis Barrense 4x3 América

Agora o adversário seria o Paul único time a derrotar o Barrense na competição, as equipes fizeram uma partida muito parelha, e a exemplo da semi final o 0x0 no tempo normal levou a decisão para a disputa de pênaltis, e lá outra vez o Barrense foi melhor e venceu por 4x3 conquistando o título de de campeão municipal de Vila Velha.

Final
Paul 0x0 Barrense 
Nos pênaltis Barrense 4x3 Paul
Time do Barrense comemorando o título depois de vencer nos pênaltis

Torcida do Barrense no Estádio do Santos de Aribiri em 2006

Em 2013 ano inesquecível, título da Interligas, que é um torneio que reúne clubes do estado todo no futebol amador, o Barrense fazia ótimas partidas em casa mas fora de seus domínios não tinha bom desempenho. Começou perdendo por 4x2 para o Vig-Serv fora de casa em Presidente Kennedy, em casa venceu Santa Cruz por 2x1, perdeu para Diamantina por 2x1 na Serra, venceu Santos por 3x0 e o Democrata por 4x3 ambas em casa vitórias que classificaram a equipe para as quartas de final. 
Nas quartas enfrentou o União de Cariacica que foi 3º no Grupo B e vinha invicto, na partida de ida em Vale dos Reis o Barrense voltou com péssimo resultado de derrota por 3x0, estaria ali acabado o campeonato? Na volta surpreendentemente o Barrense avançou devido vitória por W.O do União que abandonou a disputa. O Barrense não tinha nada com isso avançou para as semi finais encarando o Parma. Na partida de ida na Barra do Jucu empate em 1x1 na partida de volta na Serra o Barrense cresceu e venceu por 1x0 conquistando pela primeira vez o direito de participar da final da  Interliga sem sua história.
Na partida de ida em Marilândia no Estádio Municipal Cleber Roque Bertolde o Barrense derrotou o LEAC.A.A (Liga de Esporte Amador de Colatina Associação Atlética)pelo placar de 4x3 ficando a um empate do título inédito.
Partida de ida LEAC 3x4 Barrense
Na partida de volta o Barrense jogava pelo empate e foi justamente oque ocorreu, mas não foi nada fácil, Pinguim e Diogo marcaram para o time de Vila Velha, com Wanderley e Aldione descontando para LEAC, com isso o 2x2 ao fim da partida deu título inédito ao time da Barra, muita festa para o time do Barrense, que contou com a torcida da Pentacampeã mundial de bodyboard Neymara Carvalho, que é moradora da região.

Campanha Interligas 2013
1ª fase
Vig-Serv 4 x 2 Barrense
Barrense 2 x 1 Santa Cruz
Diamantina 2 x 1 Barrense
Barrense 3 x 0 Santos
Barrense 4 x 3 Democrata
Quartas de final
União 3 x 0 Barrense
Barrense 3 x 0 União (WO)
Semifinal
Barrense 1 x 1 Parma
Parma 0 x 1 Barrense
Final
Leac 3 x 4 Barrense
Barrense 2 x 2 Leac

Em 2014 o Barrense teria outra missão inédita, buscar o bicampeonato. Começou com derrota para o Guarany de Vila Velha por 2x1, nova derrota agora por 2x0 para o Boca Junior também em Vila Velha, na primeira partida em casa empate em 0x0 com Central Carapina, a primeira vitória foi apenas na 4ª partida 3x0 no Social também em casa, a partida contra o Parma da Serra foi cancelada, 3x3 com Botafogo em  São Mateus, 3x0 no Campinho de Domingos Martins em casa. Chegou a última rodada precisando vencer a todo custo  o Vig-Serv para se classificar e conseguiu, aplicou sonoro 4x0 se classificando em 3º lugar com 11 pontos graças ao saldo de gol de +7 contra +1 do Campinho, o Botafogo de São Mateus ficou com 11 mas devido 2 vitórias contra 3 dos adversários foi eliminado.
Nas semi finais encarou o Guarani da estréia com derrota e se vingou com  grande estilo, duas vitórias 1x0 na ida na Barra do Jucu e 2x1 na volta no Campo do Tartarugão em Vila Velha.
Na final o Vig-Serv o mesmo que foi goleado por 4x0 na 1ª fase, mas lá tinha um porém, a equipe já era líder isolada e classificada sem nenhuma importância o placar daquela peleja. Na partida de ida o Barrense fez a sua parte e venceu por 2x1 em casa agora jogando pelo empate na volta. Mas na partida de volta o Vig-Serv venceu por 4x3 com isso levando a decisão para os pênaltis, e lá o Barrense perdeu a primeira parando no goleiro,Vig-Serv fez 1x0, Barrense viu a situação ficar dramática, mas o Vig-Serv perdeu sua cobrança, na 3ª Barrense fez 1x2 , Vig-Serv também 3x1, na 4ª cobrança Barrense fez 3x2, mas agora e Vig-Serv fazendo acabaria ali o sonho do bicampeonato, mas não é que o Vig-Serv parou no goleiro que espalmou e ela ainda beijou a trave e voltou para suas mãos...Agora na 5ª e última cobrança o Barrense poderia deixar tudo igual mas a situação ainda era dramática, mas a bola parou no travessão, com isso o cobrador kennedense marcou  e o Vig-Serv terminou vencendo por 3x2 ficando com troféu no Campo do Jaqueira.


Outra de 2015 na 1ª divisão da Liga de Vila Velha

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Grêmio Santo Agostinho Futebol Clube



Nome : Grêmio Santo Agostinho Futebol Clube
Data : 21 de abril  de 1956
Local : Cachoeiro de Itapemirim
Estádio : Santo Agostinho



Entrada principal do estádio
Fundado e 21 de abril de 1956 o Grêmio Santo Agostinho Futebol Clube é uma equipe de Cachoeiro de Itapemirim, Sul do Espírito Santo, manda as partidas no Estádio chamado Santo Agostinho com sua bela arquibancada azul e branca. 
A equipe seguiu rumos do amador mas disputou 3 vezes o estadual profissional, uma pela Série A e duas pela Série B, além de várias vezes o Campeonato Sulino. É uma equipe que sempre deu muita atenção para as categorias de base, desde o dente leite até Sub-17. 
Títulos temos pouca coisa, mas oque temos é sensacional, em 1976 o Grêmio encarou o Cachoeira Grande, que era seu grande rival no Bairro Vila Rica, goleou por 4x0 não dando chances ao adversário e levantando  o troféu do Campeonato Municipal de Cachoeiro de Itapemirim em 1976. 




Em 1980 disputou a Série A do capixaba pela primeira e única vez, a equipe antes de estrear fez um amistoso com a Desportiva atual campeã e mesmo em casa depois de perder por apenas 1x0 criou  uma boa impressão. 
A campanha da equipe foi na Chave Sul com Vitória, Rio Branco, Estrela do Norte, Guarapari, Castelo, Ordem e Progresso e Santo Antônio. Lá as coisas não foram tão boas, sua primeira partida oficial na série A foi diante do Guarapari no Davino Matos derrota por 3x0. O turno o Grêmio foi péssimo, foram mais 5 derrotas, seu melhor resultado uma verdadeira zebra, empate em 0x0 com Rio Branco que graças a este empate não assumia a ponta da Chave.
No returno o Grêmio enfim venceu,1x0 sobre quem? logo sobre o Estrela do Norte grande adversário local em casa, mas derrotas seguiram nas rodadas seguintes inclusive um acachapante 7x1 para o Rio Branco. Até que no confronto dos "Santos" o Agostinho fez milagre, conseguiu seu maior triunfo na Série A em um jogaço. Carijó fez 1x0 Grêmio aos 14 minutos de jogo, Batata aos 26 aumentou para 2x0, João Carlos aos 37 descontou para o time antonino. No 2º tempo Farley grande destaque do time na competição aos 7 minutos fez 3x1 e Ricardo aos 20 minutos 3x2. Os pouco mais de 250 presentes não esperavam mais tanta emoção depois dos 40, quando Lamparina aos 41 fazer 4x2 e aos 42 Batata fazer 5x2, os gremistas ainda comemoravam o 5º gol quando João Carlos aos 45 fez o 3º do Santo Antônio encerrando a emocionante partida em 5x3 Santo Agostinho.
Na rodada seguinte o Grêmio com gol de João  Carlos aos 6 do 1º tempo venceu sua segunda seguida por 1x0 o Castelo.  Na rodada final se despediu da Série A ao perder por 3x1 para o Ordem e progresso em Bom Jesus do Norte, Três Rios aos 16, Lúcio aos 28 abriram 2x0 Ordem, Ricardo aos 14 marcou o último tento do Grêmio na elite aos 14 na segunda etapa mas Marlon aos 29 fechou 3x1 para o Ordem e Progresso.   
Em 14 jogos foram 3 vitórias 2  empates e 9  derrotas, 16 gols a favor 29 contra, encerrou em 7º lugar empatado com 6 pontos dom Santo Antônio vantagem no saldo, no geral entre 16 equipes foi a 14ª. 

Campanha Capixaba 1980 
Turno
Guarapari 3x0 Santo Agostinho
Santo Antônio 3x1 Santo Agostinho 
Santo Agostinho 2x3 Ordem e Progresso 
Vitória 2x1 Santo Agostinho
Castelo 1x0 Santo Agostinho 
Santo Agostinho 0x0 Rio  Branco
Estrela do Norte 1x0 Santo Agostinho 
Returno
Santo Agostinho 1x0 Estrela do Norte
Rio Branco 7x1 Santo Agostinho 
Santo Agostinho 0x1 Vitória 
Santo Agostinho 2x3 Guarapari 
Santo Agostinho 5x3 Santo Antônio 
Santo Agostinho 1x0 Castelo 
Ordem e Progresso 3x1 Santo Agostinho


Panorâmica do Estádio Santo Agostinho anos 80



Em 1987 e 1988 suas últimas participações no futebol profissional, em 1987 não chegou a final mas nas partidas contra o campeão daquele ano o São Mateus aprontou das suas, depois da derrota por 2x0 fora de casa no Sernamby o Santo Agostinho em casa enfiou 4x2.

Um jogador emblemático que encerrou a carreira no Santo Agostinho foi Tinteiro, José Jorge Fabiano recebeu este apelido quando chegou ao Flamengo/RJ junto ao Cachoeiro F.C onde foi revelado, no Cacho era chamado de Pelezinho, nascido em 25 de setembro de 1948 na própria Cachoeiro do Itapemirim jogava como lateral esquerdo e zagueiro, Tinteiro após sair do Flamengo em 1972 atuou pelo Tiradentes (PI), CRB (AL), Confiança (SE), Leônico (BA), Treze (PB), Ferroviária de Araraquara (SP), Ceará e Fortaleza (CE). Em 1981, Tinteiro retornou a Cachoeiro de Itapemirim (ES). Disputou dois campeonatos capixabas pelo Estrela do Norte. Em 1983 defendeu o Colatina. No ano seguinte jogou pelo Nacional de Duque de Caxias, no Campeonato 

Carioca da 2ª Divisão. Em 1985 atuou no time master do Botafogo e em 86, no Flamengo. Em 1987 retornou para casa e defendeu o Cachoeiro no Estadual da 2ª Divisão. No ano seguinte, encerrou a carreira, atuando pelo Grêmio Santo Agostinho com 40 anos de idade. 

José Tinteiro pelo Flamengo/RJ

Time infantil do grêmio Santo Agostinho 



Interior do estádio com a arquibancada principal




Vista da bela arquibancada de uma das ruas do bairro Vila Rica











segunda-feira, 17 de abril de 2017

Esporte Clube Brasil de Cariacica

Nome : Esporte Clube Brasil
Data : 21 de abril de 1914
Local : Cariacica
Estádio : Eráclides Gonçalves
Títulos : Pentacampeonato Cariaciquense 1961, 1962, 1980, 1981, 1995
Estádio  do Brasil nome dado em homenagem a um antigo torcedor do clube





Modelo oficial até 1995

Esporte Clube Brasil de Cariacica, um dos times mais antigos do Espírito Santo em atividade, a equipe fundada em 21 de abril de 1914, é uma referência no futebol amador capixaba manda os jogos no Estádio Eráclides Gonçalves, desde sua fundação volta sua atenção para a base e futebol amador, revelou bons jogadores para Rio Branco, Vitória e Desportiva, já realizou partidas com equipe principal até fora do território capixaba, por exemplo quando foi para Aymorés Minas Gerais no ano de 1937 e retornou com empate.

Era muito comum equipes que disputavam o capixaba de futebol enfrentarem o Brasil em amistosos, dentro de sua casa o Brasil não dava colher de chá para ninguém, Viminas, Centenário, São João do Forte, Americano por exemplo era equipes que penavam para buscar pelo menos um empate em seus domínios.
Em sua história o clube tem o Pentacampeonato Cariaciquense 1961,1962, 1980, 1981 e 1995 que são homenageados no escudo e uniforme oficial do clube. O título de 1961 é especial pois foi o primeiro cariaciquense oficial. 

Vários nomes de sucesso com acamisa do Brasil, os filhos de dona Adília, Pitunga, o chamado arqueiro de aço, Delson o clássico e Dagmar o centroavante matador estão na galeria de ídolos que também conta com Fumanchu e seu chute atômico, Zé Elias, China, Nando, Cotoco, Coío e Miguel pé de bumerangue, são apenas alguns dos nomes lembrados na história do clube, fora das quatro linhas mas nem tanto assim temos . Fora das 4 linhas destacamos dois nomes, José Garcia dos Santos que ajudou e revelou vários talentos com seu olhar apurado, ele é tido como um dos mentores do treinador Telê Santana foi cartola do clube. Outro nome que destacamos é de Renato Teixeira Júnior, também foi cartola do clube por mais de 20 anos.



Alguns  registros históricos.

Em setembro de 1931 um belo registro do Brasil que provou sua força quando foi desafiado pelo Viminas Série A para uma pugna em sua casa, o Brasil não deu chances e com Christovam, Silvino, Arildo, Alfredo, Benedito, Euzequio, Romualdo, Sarmento, Adauto e Oscar atropelou por 5x1.
Euzequio duas vezes Sarmento, Romualdo e Oscar  foram as redes do Viminas que descontou com Horácio.


Registro detalhado de Brasil x XII de Outubro da Serra em junho de 1935
Em 1937 encarou o Centenário de Vitória atual campeão da Série B em uma partida comemorativa preliminar da decisão da Série A entre Rio Branco da capital vs Comercial de Castelo, foi uma pugna bem equilibrada com Calabrez duas vezes e Getúlio marcando para o Centenário e Josne e Nilo para o Brasil.
Centenário foi escalado com Duyllo, Bomfilho, Anísio,Theotonio, Adaneto, Walfredo, Calabrez, Cabral, Getúlio, Dady e Amadeu.
O Brasil foi a campo com Americo, Sylvino, Clerio, Alfredo, Altamiro, Bigodeiro, Wilson, Fredolino, Josne, Nilo e Osear.

Em 1954 o Brasil aplicou uma goleada histórica, o Independente de Vila Garrido viu o alvinegro cariaciquense aplicar 9x0.

Em 1959 o Brasil foi até Itarana encarar o Flamengo local que era duro de ser batido em sua casa, mas nesta partida uma grande surpresa aconteceu, Delson abriu placar para o visitante de pênalti, na segunda etapa China mostrou domínio do Brasil marcando 2x0, o Flamengo só descontou aos 41 minutos com João Luiz isso graças a grande falha de Pinduca guarda metas do Brasil, mas não evitou a surpreendente derrota, ainda mais que as duas equipes recentemente havia jogado neste mesmo local com vitória flamenguista por 3x0. O Flamengo jogou com Nilson, Pio, João Luiz, Miro, Zé Maria, Hegner, Nivaldo, Tunico,Hélio, Omar(João) e Gilson.
O Brasil foi a campo com Pinduca, Rômulo, Delson,Sandro, Thales, Fominha, Reinaldo I, Gomes, China, Catí, Reinaldo II (Coringa), 
Aqui ex jogadores no aniversário de 102 anos de fundação do E.C Brasil.

Brasil sempre foi  referência nas categorias de base
Interior do estádio do Brasil
Garotada treinando, quem não tem notas boas não joga


No aniversário de 100 anos do clube vários ex atletas  participaram, entre eles Juninho e Pedro Soares a direita da foto ex jogadores com passagem por Desportiva entre outros  clube 









Independente Atlético Clube Mimoso do Sul



Nome : Independente Atlético Clube
Data: 16 de abril de 1936
Local : Mimoso do Sul
Estádio : Campo do Independente
Títulos : Campeão Sulino 1937
Campeão Municipal de Mimoso do Sul 1944,1945 e 1946

Coisa rara é imagem do Campo do Independente
Independente Atlético Clube fundado em 16 de abril de 1936 em Mimoso do Sul na Região Sul do Espírito Santo, o clube mimosense foi  inspirado no portenho Independiente da Argentina o clube mais vezes campeão da Taça Libertadores da América.
Disputou várias vezes o Campeonato Sulino que era o estadual apenas com equipes do interior.
 Independente e Ypiranga sempre fizeram partidas emocionantes, uma das mais marcantes foi em 1962, o Ypiranga foi campeão do Campeonato Sulino com uma campanha fenomenal com apenas uma derrota, justamente para o Independente por 2x1 no 1º turno no Campo do Independente. Sua maior conquista é o Campeonato Sulino de 1937 além de três campeonatos municipais em 1944,1945, 1946.

O Independente sempre focou em competições amadoras, isto até 1993 quando se fundiu com o Ypiranga seu rival local, com isso dando vida ao Mimosense Futebol Clube.
Em 1994 o Mimosense conquistou o título de campeão da Série B após passar pelo Mateense nas finais.
Em 1997 foi vice campeão ao perder para o Serra na final.
Sua melhor colocação na 1ª divisão foi 4º lugar logo na estréia em 1995, quando parou nas semi finais contra o Linhares E.C que foi o campeão.
Na campanha de Mimosense venceu Gironda em sua primeira partida oficial por 2x0 em Mimoso, depois a equipe empatou com Cachoeiro, sofreu sua primeira derrota e voltou a empatar, mas após golear o Santa Maria por 5x0 e derrotar o Gironda novamente por 2x0 pulou para o topo da tabela, a campanha do turno se repetiu, Cachoeiro empate e Tupy derrota, mas desta vez  derrotou Guarapari ao invés de empatar, venceu também Santa Maria por outra goleada, agora implacáveis 6x0, isso colocou a equipe em 1º lugar na sua chave pronta para encarar o Santa Teresa nas semi finais, a vaga na Série  A foi conquistada após derrota por 1x0 a ida  e vitória por 2x0 na volta.
O título foi conquistado da mesma forma diante do Mateense, derrota fora de casa por 1x0 e vitória por 2x0 em Mimoso do Sul.

Turno
Mimosense     2x0  Gironda 
Cachoeiro     1x1  Mimosense     
Mimosense     0x1  Tupy
Guarapari     1x1  Mimosense
Mimosense     5x0  Santa Maria
Rerturno
Gironda       0x2  Mimosense
Mimosense     2x2  Cachoeiro
Tupy          2x0  Mimosense
Mimosense     2x1  Guarapari
Santa Maria   0x6  Mimosense

Semi Final
06/nov
Santa Teresa  1x0  Mimosense     
13/nov
Mimosense     2x0  Santa Teresa  

Final
19/nov
Mateense      1x0  Mimosense
27/nov
Mimosense     2x0  Mateense
título
Mimosense campeão capixaba série B 1994




Entrada do Estádio

Independente em 31 de agosto de 1938 na  Revista Sport Illustrado








Independente Atlético Clube Mimoso do Sul

Campo do Independente de Mimoso do Sul 1970



Dois modelos oficiais  utilizados pelo clube, os modelos reservas eram semelhantes ao Independiente da  Argentina predominantemente vermelhos.






domingo, 16 de abril de 2017

São João Futebol Clube

Nome :  São João Futebol Clube
Data : 16 de abril de 1931
Local : Vitória

Primeiro modelo oficial do São João 



Fundado em 16 de abril de 1931 o São João Football Club de Vitória ou São João do Forte devido  o local onde  era sediado, apareceu durante a década de 30 na série A do estadual onde disputou a competição entre 1932 e 1935. Também disputou Torneio Início mas sem conseguir chegar as finais. Sua melhor campanha foi em 1934 quando encerrou em 4º lugar entre 7 equipes, atrás apenas de Rio Branco campeão, Vitória e Santo Antônio. 
Mandava os seus jogos no Campo do Forte de São João onde era duro de ser batido, nas partidas maiores usava Estádio Governador Bley, Estádio de Zinco em Jucutuquara como sua casa. 
Mas este mesmo campo se tornou campo de uma verdadeira batalha entre São João e Americano que pode ser visto no Jornal Diário da Manhã de 31 de janeiro de 1933.
A qui um registro sobre a polêmica do dono do campo de São João.


Estatuto original da equipe.

No início de julho com apenas 2 meses de fundação o São João foi até João Neiva encarar o forte Sul América time ligado a ferroviários da Estrada de Ferro  Vitória Minas, sobre comando de Severiano Costa presidente, o São João recém fundado mesmo fora de casa se impôs e dominou o Sul América, graças ao seu goleiro o Sul América não sofreu gols na primeira etapa. Euzequio um dos grandes destaques do São João abre o placar logo no início da segunda etapa, e perto do fim Totinho chutou de longe e surpreende o goleiro Sul americano marcando o 2º tento dos visitantes encerrando assim a peleja em 2x0 São João no Sul América.
O São João foi a campo com Santinho,Romano, Arildo, Lyrozil, Daciano, Milton, Neyr,Totinho, Reynoldo, Euzequio e Zequinha. Elysio Modesene apitou a partida.
O Sul América pediu uma revanche e foi atendido prontamente, no dia seguinte às 8 horas entraram e campo outra vez como anteriormente às 14h. O São João venceu novamente, desta vez pelo placar de 2 tentos a 1. Entraram em campo pelo São João : Santinho, Milton, Romano, Manequinho, Daciano, Lyrozil, Euzequio, Zequinha, Totinho, Reynaldo e Noyr. Nesta peleja Raul Teixeira quem comandou o apito.

Em 1931 em 24 de para ser mais exato o São João encarou o Argentino Futebol Clube no campo do Nego F.C, o Argentino era uma equipe amadora mas com valoroso quadro. Isso fica claro quando o Argentino abre o placar com Dias após cobrança de falta com 15 minutos decorridos de partida, 10 minutos depois o São João responde na mesma moeda empatando com Curió, o mesmo Curió vira o placar já na segunda etapa, o São João só conquistou a vitória quando marcou 3x2 faltando 8 minutos para o fim do encontro.

Em 8 de agosto o São João recebeu o Estrela do Norte de Cachoeiro de Itapemirim para um amistoso. A bola saiu com o São João, nos pés de Euzequio que já deu início um ataque perigoso, após o início de pressão dos mandantes o Estrela equilibrou as ações e a partida ficou "lá e cá", mesmo muito movimentado o primeiro tempo encerrou em 0x0. 
Na segunda etapa o Estrela conseguiu marcar duas vezes contra uma do São João que não saiu nada satisfeito com a arbitragem que ao seu modo de ver foi clubistas e beneficiou o  Estrela, o jogo após os 2 gols do Estrela tomou um rumo mais pegado, ganhou espaço muito para a parte física, as entradas ríspidas se multiplicaram, inclusive dentro da área de ambos com o trio de arbitragem fazendo vista grossa, outra reclamação dos adeptos do São João é que não foram acrescentados 15 minutos em que o jogo ficou paralisado seja por lesões graças as entradas mais fortes ou confusões.

Em 1935 o clube mudou sua sede da rua 15 de Novembro em Jucutuquara para o 1º andar do prédio número 50 na Avenida Duque de Caxias, não se sabe os motivos mudou de amarelo e preto para vermelho e verde mantendo o mesmo escudo. Não se sabe ao certo se esta mudança de sede foi a responsável a grande responsável pelo fim da equipe, mas a verdade é que pouco tempo depois das mudanças o São João foi extinto, deixando órfãos seus sócios e adeptos que já estavam acostumados com os festivais de São João, eram festivais comemorando o dia do Santo padroeiro do clube.


Há uma curiosidade muito grande sobre o São João é que em 1931 enfrentou o Viminas valendo a Taça Severiano Costa, acontece que após 4 empates (1x1,2x2,1x1,0x0) ninguém chegou a um acordo e a taça não foi para ninguém, não conseguimos encontrar o desfecho desta polêmica disputa sem campeão e vice.


Registro em foto da equipe do São João com seu modelo titular de uniforme.  


Uniforme aprovado em 26 de abril de 1931
Modelo número II inverso do número I


terça-feira, 11 de abril de 2017

Esporte Clube Guanduense

Nome : Esporte Clube Guanduense
Data : 10 de abril de 1985
Local :  Baixo Guandu
Estádio : Estádio Municipal Manoel Carneiro
Título : Campeão da Copa Serrana 2013
Vice Campeão da Copa Serrana 2013



Panorâmica do Estádio Municipal Manoel Carneiro

Esporte Clube Guanduense fundado em 10 de abril de 1985 em Baixo Guandu. Existe até hoje em atividade tantos nas categorias de base quanto no time principal, o clube sempre foi voltado para o futebol amador na região de Baixo  Guandu, mas no futebol profissional a equipe disputou a Série B por duas vezes, em 1998 e 2005.

A Campanha em 1998 no profissional foi em casa no Estádio Manoel Carneiro, derrota por 1x0 para o São Gabriel em 30 de agosto. 
Sua segunda partida aconteceu em Barra de São  Francisco diante do Santos com derrota por 2x0. 
No dia 13 de setembro o Guanduense conquista sua primeira vitória ao atropelar o Ypiranga de Marataízes de forma surpreendente por 4x0, na rodada seguinte empate em casa contra o Nacional de Itaguaçu. Contra o Santa Maria na 5ª rodada vem a primeira vitória fora de casa 2x0, o Guanduense em outra partida foram conseguiu segurar o São Gabriel em 0x0 conquistando grande resultado , com isso chegava aos 8 pontos  em 4º lugar na briga pela vaga com São Gabriel e Ypiranga com 12 e Nacional com 10, porém  a equipe entrou em "parafuso" após a derrota por 3x0 para o Santos, perdeu para o Ypiranga e para o Nacional ambas por 2x0, sendo que esta última eliminou a equipe da competição, fechando a participação o Guanduense perdeu de 1x0 para o Santa Maria finalizando a competição em 6º lugar entre 6 equipes com apenas 8 pontos. 

Em 2005 o Guanduense retorna as competições oficiais da federação capixaba de futebol,o retorno foi péssimo com derrota por 4x0 para o Linhares, a campanha foi oscilante demais,na partida seguinte o Guanduense se recupera derrotando o Sul América de Conceição do Castelo por 4x2, na rodada seguinte derrota por 2x0 para o Rio Branco Atlético Clube que passeava pela primeira vez na Série B capixaba. Mostrando o quanto oscilava o Guanduense enfiou 4x2 no GEL fora de casa , sofreu 3x1 do Alfredense, aplicou 3x1 no Unidos de São José do Calçado, essa campanha perdendo uma vencendo a outra lhe dava a vaga nas semi finais, mas de repente a equipe entrou em uma queda vertiginosa,  despencou ladeira a baixo  perdeu para o Linhares por 3x1, 3x0 para o Sul América e para o Rio Branco, sofreu terrível 5x1 do GEL , e para piorar após a derrota para o Alfredense  por 1x0 viu o rival tomar seu lugar na tabela na 4ª posição, o Guanduense chegava obrigado vencer  o eliminado Unidos para avançar de fase, o Alfredense com 10 pontos encarava o GEL vice líder, o Guanduense possuía 9 e o Sul América 8 pontos todos brigando. O Alfredense perdeu para o GEL por 2x1,o Sul América foi goleado por 4x1 pelo Rio Branco,o Guanduense precisava apenas da vitória para avançar mas acabou ficando no empate em 2x2 com Unidos e viu uma classificação nas mãos escapar após chegar a sua 5ª partida seguida sem vitórias, o Alfredense avançou graças ao saldo de -12 negativo contra -15 do Guanduense. Após esta participação o Guanduense foca apenas nas categorias de base e futebol amador.



Imagem rara do time principal do Guanduense em ação este em 1998.
E nestas competições amadores o Guanduense se destacou na Copa Serrana de 2013. A equipe chegou a final contra o Nacional de Itaguaçu.
Após bela vitória na partida de ida por 2x0 poderia perder por até por um gol de diferença, e a estratégia era claramente não sofrer gols. E conseguiu. Depois dos 90 minutos de bola rolando o grande destaque da partida foi o goleiro Roberto Carlos Monteiro, mais conhecido como Pita. Autor de grandes defesas, Pita empolgou a torcida que foi até o estádio Manoel Carneiro ver o Guanduense soltar grito de campeão! No seguinte o Guanduense quase conquistou o Bicampeonato, acabou perdendo a final para o Flamengo de Joatuba de Laranja da Terra. 




Modelo oficial já utilizado pelo Guanduense


Equipe do Guanduense durante as finais da Copa A Gazetinha diante do Nova Venécia em 2014